06-02-2008, 06:28 PM
[quote name='shoker' post='1430722' date='Jun 2 2008, 05:13 PM']Menos o que? Eu não consigo te entender, Claw. Você mesmo disse que se "soubesse" que há qualquer esquema para favorecer clubes, você não acompanharia futebol... Pelo que todos perceberam, você acompanha e muito até, porque sempre está aqui postando noticias especialmente ligada ao Galo. Acredito então, que você apesar de falar muito não acredita na "teoria da conspiração". Então, porque reclamam tanto? Palmeiras ano passado foi extremamente prejudicado pela arbitragem durante todo o campeonato brasileiro, em grande parte, por causa das perseguições ao Valdívia. O Corinthians caiu como deveria, acontecendo até um fato inusitado que foi o penâlti para o Goiás sendo cobrado 2x lá no Beira-Rio.
Como eu disse antes, soa bem mais como chororô.[/quote]
pq caso vc acredite em um... vc tem que acreditar em outro
eu apenas nao duvido.....
<div style="background:#3366CC;border:1px dotted #C0C0C0;border-bottom:0;border-left:4px solid #C0C0C0;color:#000;font-weight:bold;font-size:10px;margin:8px auto 0 auto;padding:3px;">SPOILER [url="javascript:void(0);"]--Clique aqui para abrir--[/url]18/1/2005
MATÉRIA DO ESTADO DE MINAS! JOGO CONTRA SÃO CAETANO FOI COMPRADO!
A MATERIA FOI PUBLICADA NO ESTADO DE MINAS DE 17/01/2005
[url="http://www.superesportes.com.br/ed_colunistas"]http://www.superesportes.com.br/ed_colunistas[/url]
/005/template_colunista_005_383.html
* O JORNALISTA EMBARALHOU AS LETRAS DOS NOMES DOS JOGADORES
COMPRADOS: --> " o goleiro Oyziulz Oivlisxy " --> Silvio Luiz , goleiro do sao caetano
17/01/2005
Carlos Cruz
[email protected]
TEM gente que adora dizer que o futebol é mágico, é capaz de transformar a vida de uma pessoa da noite para o dia. De fato, neste caso que se segue, transformou mesmo tudo que a personagem central acredita do esporte mais apaixonante do planeta.
CERTA tarde, o diretor de importante empresa, apaixonado por futebol, se viu envolvido em uma trama capaz de fazer inveja à máfia ciciliana. O homem honesto, que passou a vida galgando cargo por cargo até chegar a diretor da empresa, espelhando-se inclusive nas sofridas histórias de atletas pobres que se realizaram na vida profissional, defensor ferrenho do Fair Play e do ideal olímpico, foi chamado por seus superiores para uma missão pouco comum.
QUANDO entrou na sala, os superiores ainda combinavam a “compra” de cinco jogadores adversários, pois o time deles precisava da vitória a qualquer custo. Era uma situação de vida ou morte, como a mídia acostumou a rotular jogos decisivos, transformando o futebol saudável, alegre entretenimento, em algo mortal. Pelo menos para o adversário.
“OS FINS justificam o meio”, dizia um dos superiores, reforçando a necessidade da macabra estratégia.
DEPOIS de anos e anos recusando propinas de clientes, denunciando os desonestos, brigando pela verdade, doa a quem doer, aquilo não passaria pelo crivo de sua consciência. Boca fechada, ouvidos atentos, ele acompanha tudo, assustado, indignado.
“MANDE R$ 100 mil para o zagueiro Ovatsugxs. Em dinheiro, mas só depois do jogo. Ele irá distribuir com outros quatro”, determinou o superior.
“JÁ ESTÁ tudo combinado. Nosso atacante vai chutar cruzado, o goleiro Oyziulz Oivlisxy, depois de fazer algumas defesas, vai aceitar um chute do nosso artilheiro. Será quase imperceptível”, comentou outro superior. “O atacante deles, que é o artilheiro, também está no bolso. Ele vai jogar recuado, de “armandinho”. Sem problemas para nossa defesa”, completou ele.
“OLHA, a grana tem que ser em dinheiro, viu. Mande um moto-boy de sua confiança entregar, em um envelope bem discreto”, recomendou.
DEPOIS de cumprir as ordens dos chefes, o homem foi para casa e, ao lado do pai querido, um ancião de quase 100 anos, torcedor fanático, liga a TV para acompanhar o “jogo comprado”. A bola rola, enquanto seu pai sofre com o falso ataque do adversário, ele fixa os olhos nos “quatro vendidos”.
O PAI se contorce no sofá, fecha os olhos, reza a cada “descida” do atacante “comprado”. O filho, ali fisicamente, tinha a cabeça nas palavras dos chefões. Ele não conseguia digerir aquela situação. Sempre acreditara na magia do futebol, na lisura da disputa. Sabia que já ocorrera compra de resultados na Itália, mas com seu time de coração... Ele, que sempre estivera pronto para sofrer com as derrotas à espera da recompensa das vitórias, não queria acreditar. Então, tomou a decisão. Delatar tudo, acabar com aquela jogatina.
DE REPENTE, sua consciência é abruptamente dragada da abstração.
“É gol! É gol! Estamos salvos! Estamos salvos!”, gritava o velhinho enlouquecido, abrançando o filho querido, eufórico, chorando de alegria.
O FILHO nunca vira o pai chorar, nem mesmo na perda de entes queridos. Mas o “gol comprado” o levou às lágrimas. Acaba o jogo, o pai, ainda emocionado, comenta os lances dos três gols que vira. Depois, pede ao filho.
“QUERO ir à igreja, agradecer a Deus por esta alegria, por esta graça alcançada. Rezei muito por esta vitória”.
ENGASGADO, o filho apenas balança a cabeça positivamente, pensativo. “Se eu contar tudo, será o fim, mato meu velho”. Então, decidi mandar tudo para o arquivo morto de sua consciência, mas com a promessa de jamais voltar ao campo de futebol.
SUFOCADO, conta tudo para um amigo de infância, só depois de ele jurar que jamais revelaria a podridão que corre debaixo dos verdes gramados do futebol. Para ele, a maior paixão de sua vida, depois do velho pai, estava morta para sempre.
DEDICO esta crônica aos inocentes que ainda acreditam na pureza do futebol brasileiro. Os nomes foram omitidos por falta de provas jurídicas para confirmar os fatos reais. Portanto, qualquer semelhança não é mera coincidência. Pobre futebol brasileiro!
</div>
Como eu disse antes, soa bem mais como chororô.[/quote]
pq caso vc acredite em um... vc tem que acreditar em outro
eu apenas nao duvido.....
<div style="background:#3366CC;border:1px dotted #C0C0C0;border-bottom:0;border-left:4px solid #C0C0C0;color:#000;font-weight:bold;font-size:10px;margin:8px auto 0 auto;padding:3px;">SPOILER [url="javascript:void(0);"]--Clique aqui para abrir--[/url]18/1/2005
MATÉRIA DO ESTADO DE MINAS! JOGO CONTRA SÃO CAETANO FOI COMPRADO!
A MATERIA FOI PUBLICADA NO ESTADO DE MINAS DE 17/01/2005
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* O JORNALISTA EMBARALHOU AS LETRAS DOS NOMES DOS JOGADORES
COMPRADOS: --> " o goleiro Oyziulz Oivlisxy " --> Silvio Luiz , goleiro do sao caetano
17/01/2005
Carlos Cruz
[email protected]
TEM gente que adora dizer que o futebol é mágico, é capaz de transformar a vida de uma pessoa da noite para o dia. De fato, neste caso que se segue, transformou mesmo tudo que a personagem central acredita do esporte mais apaixonante do planeta.
CERTA tarde, o diretor de importante empresa, apaixonado por futebol, se viu envolvido em uma trama capaz de fazer inveja à máfia ciciliana. O homem honesto, que passou a vida galgando cargo por cargo até chegar a diretor da empresa, espelhando-se inclusive nas sofridas histórias de atletas pobres que se realizaram na vida profissional, defensor ferrenho do Fair Play e do ideal olímpico, foi chamado por seus superiores para uma missão pouco comum.
QUANDO entrou na sala, os superiores ainda combinavam a “compra” de cinco jogadores adversários, pois o time deles precisava da vitória a qualquer custo. Era uma situação de vida ou morte, como a mídia acostumou a rotular jogos decisivos, transformando o futebol saudável, alegre entretenimento, em algo mortal. Pelo menos para o adversário.
“OS FINS justificam o meio”, dizia um dos superiores, reforçando a necessidade da macabra estratégia.
DEPOIS de anos e anos recusando propinas de clientes, denunciando os desonestos, brigando pela verdade, doa a quem doer, aquilo não passaria pelo crivo de sua consciência. Boca fechada, ouvidos atentos, ele acompanha tudo, assustado, indignado.
“MANDE R$ 100 mil para o zagueiro Ovatsugxs. Em dinheiro, mas só depois do jogo. Ele irá distribuir com outros quatro”, determinou o superior.
“JÁ ESTÁ tudo combinado. Nosso atacante vai chutar cruzado, o goleiro Oyziulz Oivlisxy, depois de fazer algumas defesas, vai aceitar um chute do nosso artilheiro. Será quase imperceptível”, comentou outro superior. “O atacante deles, que é o artilheiro, também está no bolso. Ele vai jogar recuado, de “armandinho”. Sem problemas para nossa defesa”, completou ele.
“OLHA, a grana tem que ser em dinheiro, viu. Mande um moto-boy de sua confiança entregar, em um envelope bem discreto”, recomendou.
DEPOIS de cumprir as ordens dos chefes, o homem foi para casa e, ao lado do pai querido, um ancião de quase 100 anos, torcedor fanático, liga a TV para acompanhar o “jogo comprado”. A bola rola, enquanto seu pai sofre com o falso ataque do adversário, ele fixa os olhos nos “quatro vendidos”.
O PAI se contorce no sofá, fecha os olhos, reza a cada “descida” do atacante “comprado”. O filho, ali fisicamente, tinha a cabeça nas palavras dos chefões. Ele não conseguia digerir aquela situação. Sempre acreditara na magia do futebol, na lisura da disputa. Sabia que já ocorrera compra de resultados na Itália, mas com seu time de coração... Ele, que sempre estivera pronto para sofrer com as derrotas à espera da recompensa das vitórias, não queria acreditar. Então, tomou a decisão. Delatar tudo, acabar com aquela jogatina.
DE REPENTE, sua consciência é abruptamente dragada da abstração.
“É gol! É gol! Estamos salvos! Estamos salvos!”, gritava o velhinho enlouquecido, abrançando o filho querido, eufórico, chorando de alegria.
O FILHO nunca vira o pai chorar, nem mesmo na perda de entes queridos. Mas o “gol comprado” o levou às lágrimas. Acaba o jogo, o pai, ainda emocionado, comenta os lances dos três gols que vira. Depois, pede ao filho.
“QUERO ir à igreja, agradecer a Deus por esta alegria, por esta graça alcançada. Rezei muito por esta vitória”.
ENGASGADO, o filho apenas balança a cabeça positivamente, pensativo. “Se eu contar tudo, será o fim, mato meu velho”. Então, decidi mandar tudo para o arquivo morto de sua consciência, mas com a promessa de jamais voltar ao campo de futebol.
SUFOCADO, conta tudo para um amigo de infância, só depois de ele jurar que jamais revelaria a podridão que corre debaixo dos verdes gramados do futebol. Para ele, a maior paixão de sua vida, depois do velho pai, estava morta para sempre.
DEDICO esta crônica aos inocentes que ainda acreditam na pureza do futebol brasileiro. Os nomes foram omitidos por falta de provas jurídicas para confirmar os fatos reais. Portanto, qualquer semelhança não é mera coincidência. Pobre futebol brasileiro!
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