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08-17-2017, 02:14 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 08-17-2017, 02:15 AM por Eddy.)
o nando moura só ganha inscrito fazendo isso...
mas as respostas foram overkill pesado
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[quote name='Ein' timestamp='1502731253' post='3485394']
Em 1989, em meio à corrida para a primeira eleição direta para presidente da República em 29 anos, o Brasil testemunhou o surgimento de um político que se tornaria uma das figuras mais emblemáticas da cena brasileira. Dispondo de poucos segundos no horário eleitoral para informar ao eleitor sua plataforma, o candidato do Partido de Reestruturação da Ordem Nacional (Prona), um homem calvo de barba comprida e óculos imensos, ficou conhecido pela frase com a qual encerrava seus rápidos pronunciamentos na TV, de cunho nacionalista e radical: "Meu nome é Enéas!", dito com uma voz autoritária.
Enéas Ferreira Carneiro, acreano de Rio Branco, nasceu em 5 de novembro de 1938 em uma família humilde. A falta de recursos, entretanto, não impediu que o filho de Mina e Eustáquio José Carneiro desenvolvesse desde cedo o gosto pelos estudos. Extremamente inteligente, sempre foi o primeiro da classe em todas as turmas pelas quais passou. Além disso, gostava de falar em público e tornou-se o orador oficial do Grupo Escolar Vinte e Quatro de Janeiro, onde concluiu o então estudo primário (1ª à 4ª série) e presidiu a caixa escolar, uma espécie de instituição que prestava assistência a alunos carentes.
Ao ficar órfão de pai, aos 9 anos, Enéas passou a ajudar no sustento da casa. Em busca de melhores condições de vida, a família mudou-se para Belém em 1947. Aos 18 anos, Enéas viu na carreira militar a chance de mudar de vida e, tendo isso em mente, prestou o concurso para a Escola de Saúde do Exército, no Rio, sendo aprovado em primeiro lugar. Assim, em 1959, obteve a patente de Terceiro-Sargento Auxiliar de Anestesia e foi trabalhar no Hospital Central do Exército.
Em 1960, Enéas disputou com outros 754 candidatos uma das cinco vagas oferecidas no vestibular da Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro (atual UniRio) e, mais uma vez, passou em primeiro lugar. Formou-se médico em 1965, mas durante os anos em que cursou a faculdade também se dedicou ao curso de Ciências Exatas, com licenciatura em Física e Matemática, na Universidade do Estado da Guanabara (atual Uerj), graduando-se em 1968. Cardiologista, Enéas ingressou no mestrado na UFRJ em 1973 e conquistou o título de mestre três anos mais tarde. Nesse mesmo ano, escreveu a obra "O eletrocardiograma", que se tornou referência para a cardiologia brasileira. Em entrevista ao GLOBO, em 2 de dezembro de 1989, Enéas afirmou ter lido 1.200 publicações para escrever o livro.
Durante os anos em que frequentou a universidade, Enéas não se envolveu em atividades políticas, embora nutrisse certa simpatia pelo pensamento marxista e pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB). A ideia de ingressar na vida política nasceu a partir de seu descontentamento com o quadro político-econômico dominante no Brasil em fins dos anos 1980. Recém-saído de um regime militar, o país, que se organizava para suas primeiras eleições diretas após 21 anos de ditadura, ainda vivia em um clima de instabilidade política, além de estar mergulhado em um caos econômico sem precedentes. Frente a isso, Enéas enxergava em si mesmo a solução para os problemas nacionais. Sendo assim, lançou mão de recursos financeiros próprios e, em 1989, fundou o Prona.
O discurso do candidato Enéas Carneiro baseava-se em autoridade e ordem, uma vez que, para ele, a "liberdade desenfreada" era nociva à sociedade e servia apenas para colocar os mais pobres em desvantagem. Era preciso, portanto, um Estado forte e intervencionista, atuante na economia e que promovesse uma distribuição de renda no país. Seu programa de governo previa a defesa do monopólio estatal sobre as riquezas minerais, a implementação de uma reforma tributária e a intervenção do Banco Central no mercado para conter a alta dos juros. Para além do viés econômico, havia uma crítica contundente à chamada por ele democracia liberal, apontada como responsável pela desordem existente. Enéas queria um Estado que atuasse para promover o fortalecimento de suas instituições, bem como a valorização de uma identidade nacional.
A retórica conservadora de Enéas, que o acompanhou até o fim da vida, trazia similaridades com as ideologias autoritárias da Europa nos anos 1930 (cuja ascensão é um dos motivos que explicam a eclosão da Segunda Guerra Mundial) e, hoje, encontra espaço na fala de líderes ultraconservadores, como a francesa Marine Le Pen, que disputa o segundo turno nas eleições presidenciais na França. O discurso autoritário de Enéas lhe garantiu 360.561 votos, que deram a ele o 12º lugar entre os 22 candidatos que concorreram ao pleito de 1989, vencido por Fernando Collor de Mello. O número pode parecer pequeno, pois representava apenas 0,53% dos votos válidos, mas, na verdade, torna-se expressivo quando leva-se em conta que o candidato dispunha de apenas 15 segundos na propaganda eleitoral na TV e não possuía carreira política. Em entrevista ao GLOBO, publicada em 20 de outubro de 1989, Enéas atribuiu sua derrota à pouca exposição e afirmou que, se tivesse mais tempo, sairia vencedor:
- Eu ganharia no primeiro turno! Esses senhores, os candidatos à Presidência da República, são semi-analfabetos. Eu passaria como um trator por cima deles. São muito ruins! Mal dotados pela natureza (...) Mal preparados. Se houvesse um concurso para presidente, seriam todos reprovados.
Se, por um lado, o bordão “Meu nome é Enéas!” não foi suficiente para fazê-lo subir a rampa do Palácio do Planalto, por outro foi um prato cheio para a publicidade brasileira. A frase tornou-se um fenômeno de marketing e o que se viu foi a sua utilização massiva em toda a sorte de estabelecimentos comerciais, que a parodiavam a fim de divulgarem seus produtos. A agência DM-9, de Nizan Guanaes, uma das maiores do país, usou a frase em uma propaganda de tintura para o cabelo que fez bastante sucesso na época: a tinta “discursava” como se fosse uma candidata política e, no fim, dizia “Meu nome é Biocolor!”.
Enéas disputou mais duas eleições presidenciais: em 1994, obteve o terceiro lugar na votação, superando políticos experientes como Leonel Brizola e Orestes Quércia; em 1998, ficou em quarto lugar na eleição. Em 2000, concorreu à prefeitura de São Paulo e, em 2002, pelo mesmo estado, tornou-se o deputado federal mais votado da história do país, com 1.573.642 votos, recorde ainda não superado. Reeleito para o cargo em 2006, não chegou a completar o mandato. Morreu em 6 de maio de 2007, no Rio, vitimado por uma leucemia. Flamenguista, fã de Chico Buarque e Tina Turner, Enéas deixou três filhas, de três relacionamentos distintos, uma legião de admiradores de suas ideias nacionalistas e discurso eloquente e, sobretudo, seu nome gravado na história recente do Brasil.
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HONESTO: José Antônio Reguffe continua sendo exemplo de bom político
Em nome da ética e do bom senso o senador, José Antonio Reguffe (PDT-DF), se elegeu senador com mais de 826 mil votos. Ao assumir o mandato Reguffe deu mais uma amostra de sua marca registrada, economia de recursos públicos. No primeiro dia de mandato o parlamentar protocolou nove ofícios à diretoria-geral do Senado que resultou na redução de gastos do gabinete para menos da metade.
O senado baseia as campanhas eleitorais pautadas em demonstrar à sociedade que é possível se exercer um mandato parlamentar sem a necessidade de se utilizar das regalias e boa parte dos recursos públicos concedidos pelo Estado e que saem do bolso da população brasileira.
Nesse contexto, entre as contenções de despesas no gabinete Reguffe reduziu de 55 para 12 a quantidade de assessores, abriu mão de 100% da verba indenizatória e da cota de atividade parlamentar. O impacto dessas duas medidas gera uma economia de quase R$ 17 milhões, isso sem contabilizar economias indiretas com custos de férias e encargos sociais de servidores que deixou de contratar. O Senador recusou ainda carro oficial, consequentemente economizará com combustível e manutenção.
Reguffe foi além, abriu mão de plano de saúde que garantiria acesso a tratamentos médicos e odontológicos tanto dele (senador) quanto de toda família. Esse benefício concedido aos senadores e deputados federais é vitalício, ou seja, é concedido aos parlamentares e aos familiares, enquanto o parlamentar estiver vivo, mesmo após ter deixado de desempenhar tal função. Mais que isso, preferiu contribuir com o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), a ter direito à aposentadoria especial de parlamentar.
As medidas foram tomadas pelo parlamentar em caráter irrevogável. Isso o impede de reconsiderar a decisão futuramente. Se a mesma iniciativa tivesse adesão dos outros 79 senadores, a economia estimada aos cofres públicos poderia ultrapassar R$ 1,3 bilhão.
“O mau político me odeia. Eu sei que é difícil trabalhar num lugar onde a maioria o odeia. Quero continuar provando que é possível exercer o mandato parlamentar desperdiçando menos dinheiro dos cofres públicos”, disse ele.
“Nem no meu melhor sonho eu poderia imaginar isso. O resultado do meu trabalho foi completamente inesperado nos últimos anos. Foi um reconhecimento ao mandato que fiz como deputado distrital e federal. Cumpri todos os meus compromissos de campanha. Enfrentei a maioria e cheguei a votar sozinho na Câmara Legislativa. E continuo fazendo misso no Senado”, disse.
O parlamentar emendou dando um bom exemplo de que nem todo político pode ser chamado de ladrão.
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“A campanha de 2010, por exemplo, foi muito simples, gastei apenas R$ 143,8 mil. Não teve nenhuma pessoa remunerada, não teve um comitê, carro de som, nenhum centavo de empresários. As outras também seguiram isso. Posso dizer isso alto e bom som. Foi uma campanha idealista, da forma que acho que deveria ser a política. Perfeito ninguém é. Mas honesta toda pessoa de bem tem a obrigação de ser. Não existe meio-termo nisso. Enfrentei uma campanha muito desigual. Só me elegi pelo trabalho como deputado distrital.
Abri mão dos salários extras que os deputados recebem, reduzi minha verba de gabinete, eliminei 14 vagas de assessores de gabinete. Por mês, consegui economizar mais de R$ 53 mil aos cofres públicos, um dinheiro que deveria estar na educação, na saúde e na segurança pública. Com as outras economias, que incluem verba indenizatória e cota postal, ao final de quatro anos, a economia foi de R$ 3 milhões. Se todos os 24 deputados distritais fizessem o mesmo, teríamos economia de R$ 72 milhões.
Na campanha, assumi alguns compromissos de redução de gastos. Abri mão dos salários extras como o 14º e o 15º, que a população não recebe e não faz sentido um representante dessa população receber. Não uso um único centavo da cota de passagens aéreas.
Não uso um único centavo do auxílio-moradia. É um absurdo um político de Brasília ter direito ao auxílio-moradia. Reduzi a cota interna do gabinete, o “cotão”, e não gasto além do necessário.
Eu sou favorável a tudo que for para moralizar a atividade política,” concluiu
Rollemberg sobre Reguffe: "Ele foi desrespeitoso"
Governador responde crítica do senador, que chamou seu governo de "porcaria", e diz que gostaria de vê-lo mais envolvido com os problemas do DF
Apesar de ter enfrentado um ano marcado por dificuldades na área da saúde pública, suspensão do reajuste do salário dos servidores e uma crise hídrica, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, faz um balanço positivo de sua administração ao longo de 2016. O chefe do executivo local concedeu entrevista exclusiva, nesta terça-feira (20/12), ao Correio e à TV Brasília, no programa CB.Poder.
Perguntado sobre a declaração do senador Reguffe (sem partido-DF), que chamou seu governo de "porcaria", Rollemberg respondeu que não concorda com a afirmação e que a considera "desrespeitosa". E devolveu a crítica: "Gostaria de ver o senador mais envolvido com as questões e os problemas de Brasília".
Ao longo da entrevista, Rollemberg disse várias vezes que a maior parte dos problemas enfrentados por sua administração estão ligados à crise econômica que afeta o país. "Brasília não é uma ilha e fomos atingidos. Comparo o meu governo à uma família que tinha uma série de planos, mas que, por conta da crise, teve de alterá-los.
Reguffe será “apenas” um grande eleitor em 2018
O senador José Antônio Reguffe (foto) tem dito e repetido que não será candidato ao governo de Brasília em 2018. Mesmo assim há quem duvide e diga que, no último momento, Reguffe não resistirá e sairá candidato. Afinal, as pesquisas indicam que hoje ele seria o preferido dos eleitores.
Quem insiste em dizer que Reguffe será candidato não o conhece. Uma forte característica do senador é fazer o que promete e, ao se candidatar ao Senado, ele assegurou que cumpriria seu mandato até o final. Para Reguffe, um parlamentar eleito não pode deixar a cadeira nem mesmo para assumir cargo no Executivo, tem de exercer todo o mandato.
Podem escrever: Reguffe não será candidato a governador. Mas poderá ser, se quiser, um grande eleitor.
Se soubessem o que viria no lugar…
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A postura de Reguffe contraria uma velha prática de senadores de todo o país: na metade do mandato, candidatam-se ao governo. Se ganham as eleições, renunciam e entregam o posto ao suplente. Se perdem, continuam no Senado por mais quatro anos. Uma posição bem cômoda.
Em sua campanha em 2014, Reguffe evitava falar muito nisso para não parecer que estava alfinetando o então senador Rodrigo Rollemberg, que era candidato ao governo na metade do mandato. E cujo primeiro suplente, Hélio José, poderia ser um entrave para a eleição de Rollemberg.
A sorte do hoje governador é que pouca gente sabia quem era Hélio José e assim o eleitorado não poderia prever o desastre que seria como representante de Brasília no Senado.
Aliás…
Há um caso que foge ao normal: em 2007, o senador Paulo Octavio renunciou ao mandato para ser vice-governador. Como diziam na época, largou o céu na Terra para ser suplente no inferno.
Será que agora vai?
É positiva a publicação do edital para conceder à iniciativa privada a operação do Centro de Convenções Uysses Guimarães. Talvez seja um sinal de que, finalmente, o governo de Brasília esteja conseguindo iniciar de verdade o processo de concessões e parcerias público-privadas, consideradas necessárias especialmente em um momento em que o Estado não tem praticamente nenhuma capacidade de investimento.
Quem ganhar a concessão por 20 anos terá de gastar cerca de R$ 5 milhões para reformar e modernizar o Centro de Convenções. Os concessionários vão operá-lo mediante o pagamento ao governo de uma outorga que se espera fique na faixa de R$ 1,5 milhão por ano. Há grupos interessados, de Brasília e de outras cidades.
Bem administrado e livre das gratuidades e descontos no aluguel reivindicadas por políticos e outros, o Centro de Convenções pode ser
um bom negócio.
Centro Administrativo ainda é problema
Uma concessão ou parceria público-privada exige muito tempo para estudos, avaliações, análises e licitação. Não acontece de um dia para outro e a equipe que cuida disso na Secretaria de Fazenda é pequena para o volume de trabalho. Por isso o governo está muito atrasado no processo que deveria ser prioritário.
Outra dificuldade para viabilizar a participação privada em projetos de interesse do governo é a questão das garantias. Os empresários estão com o pé atrás desde que a Terracap questionou as garantias financeiras anteriormente oferecidas para a PPP do Centro Administrativo – que até hoje está sendo reexaminada pelo governo.
O clima ainda é de insegurança.
Assim fica fácil ganhar dinheiro
As cinco empresas responsáveis pelo “Na Praia”, evento privado que cobra muito caro pelo ingresso e pela consumação, pagaram R$ 162 mil à Administração Regional do Plano Piloto para ocupar a área pública às margens do Lago Paranoá. Não tiveram nenhuma dificuldade para arcar com esse pagamento: só do Banco de Brasília, um dos cinco patrocinadores, ganharam R$ 240 mil. Ou seja, ainda sobraram R$ 78 mil.
É um grande negócio, sem dúvida. Ocupa-se a área pública mediante um valor irrisório, tendo em vista os altíssimos – e põe altíssimos nisso — lucros obtidos, privatiza-se um local que deveria ser de livre acesso das pessoas e ainda, segundo denúncias, são desrespeitadas normas ambientais e de poluição sonora.
O governo de Brasília desocupa áreas ilegalmente privatizadas por donos de mansões às margens do lago mas incentiva a ocupação de outras áreas públicas às mesmas margens para assegurar vultosos lucros a alguns poucos empresários.
Mas tomara que os beneficiados sejam apenas eles.
Bom senso e exemplo
A ministra Carmen Lúcia dispensou o jantar em homenagem a ela no dia 12, quando tomará posse como presidente do Supremo Tribunal Federal. Com razão, a ministra diz que o momento não é para festas. Ela tem dado sinais também de que não concorda com os gastos excessivos do Poder Judiciário.
O jantar, que reúne principalmente ministros, juízes, autoridades, advogados, lobistas e a tradicional fauna que frequenta os salões brasilienses, é uma tradição. Quem paga a conta é a associação dos magistrados.
Carmen Lúcia pode vir a ser um bom exemplo a ser seguido pelos três poderes, aqui e no país
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[quote name='passoca' timestamp='1502942689' post='3485759']
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Nando Moura não vai durar muito. é só peitar esse bostão que ele vai começar a peidar.
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Cara, o grande problema é que o público alvo dele são pessoas que só querem concordar com ele. Nos comentários no vídeo dele, principalmente o último que ele fez "respondendo" a Nilce e o Leon, só tem nego huehuehuebr falando "porra nando moura é foda, deixou leon nilce izzy no chinelo", sendo que o cara simplesmente não respondeu nada das argumentações, só falou merda e resolveu dar uma "aula" de violão lá, continuando com a opinião tosca dele e formando opinião de um monte de gente que quer ouvir o que ele fala. É foda.
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Mas o nando moura ta fazendo certo: tá ganhando dinheiro dele.
Quem segue ele é o problema, é essa geração nova que vai foder completamente o Brasil que já tá ladeira a baixo =(
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Eddy o direitista brasileiro com medo do conservadorismo cristão.
Sabe muito
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Acho que deixei claro que o medo é de gente que dá mais valor ao que um músico que finge ler livros fala, do que de fato ir e estudar qualquer coisa, sério, qualquer coisa.
Olha os comentários do cara hellforce, é triste. Independente da ideologia/conteúdo dos vídeos, é só ler os comentários que, na boa, se não der um pingo de vergonha alheia, tu definitivamente tá trollando.
E outra, tu realmente acha nando moura cristão? O_õ
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[quote name='Vøgel' timestamp='1503021210' post='3485872']
Cara, o grande problema é que o público alvo dele são pessoas que só querem concordar com ele. Nos comentários no vídeo dele, principalmente o último que ele fez "respondendo" a Nilce e o Leon, só tem nego huehuehuebr falando "porra nando moura é foda, deixou leon nilce izzy no chinelo", sendo que o cara simplesmente não respondeu nada das argumentações, só falou merda e resolveu dar uma "aula" de violão lá, continuando com a opinião tosca dele e formando opinião de um monte de gente que quer ouvir o que ele fala. É foda.
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Se o problema fossem só os mongol que caem na pira do Nando, ok a direita é um lixo, mais dai vc clica em outro link e tem um video de um maluco falando que o Lula é santinho e vc vai ler o comentários e ta lá "Lula lindo roubou meu coração.", essa porra aqui não tem saída não, ambos os lados, é tudo lixo, hj em dia o cara chegar pra min e se assumir de direita ou esquerda me da uma canseira na hora do maluco na moral.
E o reflexo disso tudo é maluco perdendo o tempo discutindo se Nazismo é de direita ou esquerda, maluco na moral importa o lado? OPA claro que importa, pq se o cara falar que é de direita, pronto ele é nazista, se o outro falar que é de esquerda, pronto ele é comunista.
O mais engraçado é que no final os caras acham que estão destruindo o Nando Moura mais na real soh estão dando mais publico e dinheiro pra ele, ele não vai perder seguidor, pq a galera que segue ele tem a mente formada naquela opinião e pronto e essa exposição soh vai trazer mais gente mongol pra assistir ele.
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Sobre o nando moura ele me parece aqueles cristãozão anti aborto anti drogas, mesmo assim acho ótimo um conservador com relevância falar sobre agenda progressista.
Mais ladeira abaixo que nosso MEC nos rankings é difícil.
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Como assim, MEC é excelente em dar conceito bosta pra curso bosta. Você só não deve estar informado sobre.
Eu fiz curso superior e mestrado em conceito 5 (mestrado ta passando perto de virar 6), mas em ambos, os "cursos ao lado" (no caso, graduação na federal, e o departamento ao lado da psi, que é da área institucional, vulgo, a área problematizadora aleatória) eram conceito 3. A diferença de um conceito 3 pra 5 é medonha.
MEC não é uma maravilha, mas de alguma coisa mais ou menos serve. O problema que eu abordei é justamente o povo que segue o nando moura, eu realmente acredito que a próxima geração vai ser quando vão queimar a corda de vez. Falo isso principalmente da experiência dando aula, é gente sem crítica, sem capacidade criativa, de solucionar problemas, mas sobre tudo, gente sem capacidade de responder a um pingo de pressão. Não acredito que essa lobotomia midiática de 10~15 anos de esquerdismo treanding vai ter qualquer outro resultado a não ser da imbecilização forçada de uma geração que só sabe chorar e dizer que o problema é o "inimigo".
E falei da religiosidade do nando porque claramente ele ta mais interessado em ganhar dinheiro do que qualquer outra coisa, ele só fala de religião pra se "defender" e cair nas graças do público que adora treta religiosa. Quando se coloca o dinheiro a frente de tudo, na boa, foda-se a religião. Mas w/e, ninguém precisa ser religioso, como disse anteriormente o problema é quem segue ele. Olha pro brender que tu entende o que to falando.
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Me referi a esses rankings:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/em-79-...-onu.ghtml
http://g1.globo.com/educacao/noticia/bra...tica.ghtml
De 70 países ficamos em 66 em matemática.
Ou então em ranking de produção científica das universidades:
http://exame.abril.com.br/carreira/as-me...ientifica/
Pior que isso não dá pra ficar. Se existe um problema sério ele esta aí acima.
Todos os vídeos que eu vi dele achei muito acertadas suas posições, é engraçado porque ele trata os seus inscritos como crianças burras. Enquanto ele trouxer o pensamento conservador com consistência acho ótimo, to nem aí se ele não é cristão, porque precisamos de pluridade. Isso é pensamento crítico oras bolas. Ele é revoltado com o estado de coisas no Brasil e é bom dar vazão a isso, o brasileiro devia estar revoltado mesmo. Quem é de esquerda vai odiar ele e difamar e nada de novo. É questão de opinião política.
Youtubers são uma novidade e acho empolgante o alcance que essas pessoas totalmente fora das estruturas de poder podem ter.
A nossa grande mídia é um saco enorme de bosta esquerdista e social-democrata politicamente correta amamentada com verbas públicas. Olha a essência de jornalismo que o canal mamãe falei faz entrevistando nos movimentos esquerdistas. Olha aquele canal ideia radicais que expõe muito bem ideias liberais e anarcocapitalistas.
Acho tudo isso ótimo e quem vê ameaça nisso e quiser regulamentar é um puta de um fascista de marca maior.
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