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Eu dividi as virtudes dos personagens;
Gancho: No meio de uma guerra o alto sacerdote da igreja da um golpe de estado, dai em diante cada personagem terá um gancho único que o trará para o drama, cada qual com suas motivações.
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12-20-2014, 08:02 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 01-11-2015, 12:54 PM por Zelador.)
Legal ver que você está avançando também.
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No meu caso, sobre a questão de o leitor gostar de aprender, eu sou muito ligado à filosofia. Questões relacionadas ao ser ou não ser, interpretações diferentes da mesma coisas e como os sentimentos se estabelecem são questões que chamam bastante a minha atenção.
Acho que o que pode haver de mais "histórico" na minha história é o fato de o clero ser corrupto, fazendo importantes benfeitorias que podem esconder ambições, no mínimo, sombrias. A maioria dos personagens que vão pra luta são atrelados ao clero e nem todos sabem do que se passa por trás das cortinas.
Em se tratando de questões históricas, provavelmente minha história tem menos a oferecer do que a sua. Já que se trata de uma fantasia em que o enfoque são as emoções dos personagens e os processos psicológicos que eles passam.
Um dos exemplos é essa personagem de armadura e espada que andei desenhando bastante. Ela tem um começo bastante diferente do passa a ser no decorrer da narrativa. Orgulho e vaidade são algumas das qualidades que ela tem no início e que, com o desenvolvimento da história, vão se quebrando conforme aquilo que ela vai vivenciando (por isso o desenho com a mão sem armadura: existe uma simbologia entre o período com e sem a armadura que tem a ver como os sentimentos de vaidade que ela nutre no começo. Ser ou não ser, quebra de orgulhos, encontro consigo mesmo etc).
Mesmo sendo o par romântico, o sentimento de amor só se torna favorável depois de algumas situações. Isto reserva uma surpresa também, pois, ela toma uma atitude repentina (não esperada pelo leitor) e que sugere um tipo de libertação emocional. O que corrobora para a narrativa a partir de então.
O enfoque da história é menos amplificado, visto que existe uma certa simplicidade na abordagem narrativa. Basicamente terei de me preocupar em três personagens (ela, a menininha e o mocinho) e como a relação entre eles vai se desenvolver ao longo da história até chegar a um ponto de cativação em que a separação pode ser mesmo dramática. E isto incluirá, no caminho que eles trilharão, a busca pela resolução da trama e o descobrimento de traições e corrupções inesperadas (existe ordem de cavaleiros e reinos, mas nem tudo é o que parece. E os personagens descobrirão isso aos poucos, deixando o clima geral mais complicado).
A atmosfera narrativa é de suspense. Não é uma história de terror, mas pode ser sombria em alguns pontos. Os vilões e seus aliados são cruéis. Logo, a morte - tal como a violência - são elementos presentes e que ameaçam o sentimento entre diversos personagens. As saídas são poucas e nem sempre as atitudes de coragem e honradez têm um final feliz. Assim, o livro será um palco onde poderemos ver até que ponto o amor é capaz de sobreviver num mundo assim.
Também existe um teor poético no livro. Tanto para o bem, quanto para o mal. Há uma personagem, provavelmente a vilã do segundo livro, que nutre uma filosofia de "proteção para com os fracos", norteando (e poetizando como se fosse coisa boa) suas atitudes no sentido de protegê-los. A proteção, no entanto, é manifestada através da perversidade; do capricho cruel de suas atitudes para com os "protegidos". Logo, a proteção proclamada é também uma condenação fundamentada num motivo supostamente bom (e poético). Provavelmente existirá um ou dois capítulos em que ela explicará a razão de suas atitudes e a visão deturpada que tem de si mesma como uma benfeitora (revelando um motivo baseado numa crença tão enraizada que ela acaba se tornando um mal atroz e que só pode ser detido pela morte). As surpresas para esta, em especial, estão na sua aparência e na forma como a "proteção" é feita.
Cada vilão, divido em três livros, tem uma filosofia que define seus motivos. E são motivos que, embora manifestadamente malignos, guardam um quê de razão - embora pervertida - e que transcende entre o bem e o mal a partir do momento em que se descobre que os humanos são também corruptos, ambiciosos e, por vezes, malignos. No final das contas, quem está errado realmente? O que estaremos salvando no final das contas? Vale a pena passar por isso tudo correndo o risco de perder para sempre quem amamos ou aceitar a morte, ao lado de quem amamos, é a melhor escolha?
Esses foram alguns dos pontos que andei trabalhando recentemente.
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Compartilhando uma nova aquisição: a edição luxo definitiva de Holy Avenger: uma HQ nacional que teve uma grandiosa recepção do público, tanto nacional quanto internacional, marcando seu espaço ao sol como um dos clássicos das HQs. Holy Avenger, segundo as críticas, é leitura obrigatória para quem curte quadrinhos. Segundo eles, pela história marcante que cravou no peito dos amantes de mangá um quê de nostalgia. É difícil ver, hoje em dia, HQs com tantos elogios. Ainda mais uma nacional (orgulho, hein? <img src='http://forum.hangarnet.com.br/public/style_emoticons/<#EMO_DIR#>/biggrin.gif' class='bbc_emoticon' alt='  ' />).
Eu ainda não sei bem do que se trata essa história porque estou terminando de ler Claymore (outro mangá fantástico). Mas, comprei a edição de luxo para observar, como escritor, alguns dos ingredientes de uma boa história. Apesar de ser HQ e não literatura, Holy Avenger (como qualquer outra HQ) traz o mesmo onirismo que pode ser aplicado numa literatura, trabalhando elementos similares, embora expressos por uma mídia diferente: quadrinhos. Enfim, estou bem curioso para saber qual foi a cartada tupiniquim para fazer essa história lendária.
Quem se interessa por quadrinhos, pode encomendar os seus na [url="http://www.comix.com.br."]http://www.comix.com.br.[/url] A loja é de confiança (já comprei várias coisas lá) e os produtos são enviados bem embalados em ótimo estado. A postagem pode demorar até quatro dias úteis, mas é devido a demanda. Enfim, vale a pena dar uma olhada nessa vitrine digital e, quem sabe, fazer uns pedidos. <img src='http://forum.hangarnet.com.br/public/style_emoticons/<#EMO_DIR#>/biggrin.gif' class='bbc_emoticon' alt='  ' />
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Umas bobeiras de antes de dormir:
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Algumas impressões sobre criação e escrita:
Dou por terminada hoje a série Claymore, um mangá e anime de sucesso.
É claro que a média é diferente por se tratar de quadrinhos. Mas é uma fantasia. E eu se tratando de fantasia, a linguagem não importa porque os elementos que devem envolver o leitor são os mesmos.
Uma história bem contada é sempre aquela que deixa saudades. Mesmo que todas as complicações da trama estejam resolvidas. E a maneira mais evidente de despertar sensações como essas é lidando com o elemento mais básico: o ser humano.
Por mais que estejamos vivendo num mundo em que as cobranças por conhecimento e habilidades sejam muito presentes na nossa vida diária, uma coisa nós jamais esquecemos: a nossa origem como criatura e o nosso futuro após a morte. "O que eu sou?". "De onde vim?". "E para onde vou?". E para aqueles que ainda não descobriram: "O que vim fazer aqui?".
Ser ou não ser. Razão de ser. E a dúvida que nunca se esclarece. Um dúvida que as cobranças diárias não são capazes de esconder.
Logo, as melhores histórias são sempre aquelas que têm como foco a valorização do ser humano como ser pensante e nutridor de sentimentos. Por mais simples que seja uma história, se ela explorar a natureza humana e suas concepções a cerca do mundo que a envolve, certamente será uma grande história. O Pequeno Príncipe que o diga...
Então, não adianta se perder em pesquisas infindáveis e tentar justificar a fantasia com elementos realístico estritamente complexos ou historicamente bem amparados. Porque isto serve apenas como um adorno - que certamente engrandece a coisa -, mas que não faz toda a diferença no final.
O escritor sabe que o que faz realmente um leitor é o coração. E, assim, tentará - de qualquer maneira - incendiá-lo. É neste ponto em que as enfadonhas letras das incontáveis páginas deixarão de ser letras e se tornarão a entrada para um mundo novo. Um mundo capaz de fazer qualquer um pensar sobre si mesmo, identificando-se, inspirando-se e principalmente reconhecendo-se como ser pensante e... nutridor de sentimentos.
Lembrando que eu estou apenas compartilhando minhas impressões pessoais como escritor. E que cada escritor tem um gancho próprio de abordagem narrativa e que é justamente essa pluralidade de visões que faz a literatura ser tão rica e interessante.
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Eu estou inserindo no roteiro alguns capítulos de mesmo nome, chamados: Nota do Autor. Neles eu discuto algumas questões relevantes sobre a história. Coisa como o enfoque narrativo, a situação econômica do mundo proposto, as hierarquias sociais, a divagares sentimentais de alguns personagens e o porquê de tudo isso. Com certeza essas coisas não farão parte do livro. É apenas o meu eu lúdico conversando com o meu eu racional com o objetivo de encontrar o equilíbrio narrativo. E, claro, às vezes sugerindo algumas coisas e tapando algumas lacunas.
Em se tratando da arte, agora estou trabalhando com formas geométrica no esboço. Isto está me ajudando a ter uma visão tridimensional das figuras, situando-me quanto a posição correta das formas na hora de desenhar cenas em ângulos diferentes. Ainda não está como gostaria, mas já tô no caminho. <img src='http://forum.hangarnet.com.br/public/style_emoticons/<#EMO_DIR#>/biggrin.gif' class='bbc_emoticon' alt='  ' />
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Essa semana vou começar a escrever, não consegui fechar todas as pontas..vou tentar fazer isso ao longo da história.
E sua história, está progredindo?
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01-15-2015, 10:41 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 01-15-2015, 10:46 PM por Zelador.)
[quote name='-Gunner' timestamp='1421336315' post='3285837']
Essa semana vou começar a escrever, não consegui fechar todas as pontas..vou tentar fazer isso ao longo da história.
E sua história, está progredindo?
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Cara, legal saber que você está adiantado no processo.
No meu caso, o roteiro ainda está em produção. E acho que ainda vou levar algum tempo. No momento, eu estou revisando o roteiro de alguns capítulos e reescrevendo algumas partes. Tenho novas ilustrações, mas essas ainda não postei por aqui.
Também tive ideias de novos livros. Complicado isso, já que são histórias diferentes. Daí elas ficam dividindo espaço na mente. Daí, às vezes me apaixono por uma história, às vezes me apaixono por outra. Daí tenho que manter o foco.
No entanto, a vontade é tanta de fazer mais história que acaba escrevendo uma espécie de conto. Meu conto anterior fala da vida cotidiana de uma personagem - dos seus dramas pessoais e da visão pessimista dela do mundo - que acabam tendo que dividir espaço com uma invasão alienígena, rsss... Sendo que esses alienígenas tem razões próprias para tal invasão que resvalam uma linha entre o bem e o mal. No entanto, o conto só abrange uns dramas pessoais da vida da personagem e algumas sugestões de que alguma coisa está errada com o mundo. Não existe, pelo menos no primeiro conto, uma menção direta sobre os alienígenas.
Enfim, loucuras de antes de dormir. kkkkkkkkkkk!!! A arte do conto também é diferente do livro medieval. É uma arte meio caricata da realidade, mas com muitos detalhes em nanquim. Estou até estudando meio de fazer uma aquarela misturada com lápis de cor.
E você?
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Cara...eu pensei em tantas possibilidades diferentes, vou escrever 1 hora por semana...penso em escrever partes separadas de certos eventos e futuramente ir unindo aos poucos.
Já pensei bastante no mapa e nos personagens, assimq a história ficar sólida, vou aumentar o tempo de produção para mais horas.
Tenho mt coisa pensada já, estou pensnado em criar uma tipo de ''ficha de rpg'' para cada personagem, para aumentar a consistência, eu desisti da ideia de me basear em personagens reais.
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01-16-2015, 09:44 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 01-20-2015, 10:40 PM por Zelador.)
Cara, sinceramente (mas, isto é apenas o meu lado pessoal se manifestando) eu nunca pensei em livros como releituras históricas, tendo a fantasia apenas como recheio por cima (só pra dar um saborzinho).
Novamente frisando a questão da pessoalidade: em se tratando de fantasia, gosto que seja assim, assumidamente fantasia. Como leitor, eu confesso que nunca gostei de nada que tivesse relação estrita com a realidade ou que a lembrasse de uma maneira muito evidente. Por exemplo, livros do tipo: "a-guerra-não-sei-de-onde", "as peripécias de Hittler e sua turma", "a sujeira da política brasileira", "heróis da história antiga" etc. Exemplos, para dizer que coisas assim nunca me atraíram para um leitura.
Prefiro histórias de monstros, alienígenas e coisas bizarras - mas, com ênfase na interpretação da realidade numa base filosófica (isto é, utilizar-se da fantasia para falar da realidade de modo que me fizesse pensar sobre o meu eu como ser humano). Este é o meu eu como leitor e é dessa maneira que eu levo a produção daquilo que quero chamar de livro um dia.
Sobre a ficha dos personagens, eu acho uma grande adição. Fiz isso com alguns personagens aqui e deu bem certo. No meu caso, desenhista, deu pra fazer um mapa também - dessa maneira, eu posso localizar a posição dos personagens e ter um plano geral - e visual - do que está acontecendo nos capítulos. Ajuda muito.
Cara, bacana que você está prosseguindo com a ideia! Tem meu apoio e, se se sentir confortável, pode compartilhar alguma coisa ou outra com a gente. Será um prazer.
Grande abraço!
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Um dos sketches diários do outro fórum: Nanquim, lápis de cor, aquarela e guache:
![[Imagem: jXkHoWx.png]](http://i.imgur.com/jXkHoWx.png)
Uma foto da próxima pintura:
Consegui estabilizar, de uma vez por todas (e depois de muito laboratório), as aplicações do lápis de cor profissional. Foi bem difícil aprender a trabalhar com eles já que o método de usá-los, tal como algumas qualidades do material, são muito diferentes do comum. Mas, no final das contas, é claro que o profissional facilita demais o trabalho.
Meus estudos artísticos agora se concentram na aplicação de pigmentos líquidos sobre as pinturas (tinta guache, acrílica etc) para criar efeitos finais interessantes. Por enquanto, estou testando apenas guache branca - adicionando alguns brilhos às pinturas - mas, já sei que a adição de tintas pode ser muito promissora. Sendo assim, estou organizando minha listinha das próximas compras de materiais.
Na pintura imediatamente anterior, eu usei aquarela para cobrir certas áreas. Deu um visual legal. Na pintura do foto, eu estou trabalhando apenas com os lápis de cor profissionais sobre papel Bristol (papel ultra liso que atende bem ao meu modo de trabalho). Farei alguns testes com pastel seco e oleoso para criar efeitinhos que servirão para a orientação posterior de trabalhos mais complexos, tal como entender como esses materiais se comportarão no final das contas. Sendo assim, estou usando também um fixador por causa do pastel seco (que fragmenta muito fácil e não tem estabilidade na folha).
É isso aí! Vamos ver no que vai dar essa nova experiência de laboratório.
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Testando os pasteis secos antes de dormir:
E o trabalho final:
Depois de aquarela, lápis de cor, guache, pastéis, nanquim, fixador e trabalho com pesos para endireitar a folha depois de tantos processos. Este trabalho foi um ensaio rápido dos trabalhos completos do futuro (e que envolverão as novas técnicas aprendidas).
Isto mesmo, senhores(as), arte tradicional dá trabalho. E não seria tão incrível fazer se não fosse assim.
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Vou compartilhar um pouco:
História gira em torno de um golpe de estado que a igreja da em um Império.
Então o foco será nos personagens do lado da igreja e nos afetados pelo golpe, que buscaram formas de derrubar a influência da igreja.
Alguns personagens vão ser mt prejudicatos nessa transição de poder, esse vai ser o gancho inicial da história...será uma campanha de vários personagens pró e contra a igreja,
O mapa lembra a europa +asia, eu ainda preciso construir ele formalmente, vou fazer isso no RPG maker essa semana.
Assim q o mapa estiver pronto eu vou postar uma print aqui.
O cenário é uma mistura do mundo clássico + medieval.
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Bacana a tua ideia, cara. Penso que pode ser muito atraente para os que buscam uma leitura mais histórica.
Na minha opinião, se você construir uma narrativa envolvente, terá mercado para esse gancho com uma publicidade legal.
Eu vou engrandecer a minha história neste final de semana. De certo modo, estou devendo. Já que tive que me dedicar a algumas coisas do trabalho que estavam (e ainda estão) me tomando tempo em casa.
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Narrativa envolvento é o principal desafio.
N sei se vc conhece mas da uma olhada
https://www.google.com.br/search?q=RPG+M...920&bih=94
Penso em montar todas as cidades e mapas nesse programa, é bem simples de usar.
Já comecei a elaborar formalmente os personagens.
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01-22-2015, 09:34 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 02-07-2015, 02:06 PM por Zelador.)
Conheço, sim, cara. Já cheguei a baixar esse programa lá pela adolescência para criar jogos. Mas, eu acabei me dedicando ao Klik & Play e o The Games Factory, da mesma empresa. Estes programas eu achava mais legal porque eu tinha a possibilidade de criar uma personagem do zero. Como sempre gostei de desenhar, era uma delícia.
O RPG Maker, sem dúvidas, vai te ajudar muito a criar um senso de localização para os teus personagens. No meu caso aqui, dá até para montar uma espécie de tabuleiro com pecinhas em que eu sei - na medida da narração - onde cada um está, de modo ainda a criar uma visão global das narrativas abordadas por cada volume.
É muito divertido trabalhar assim. E, sem dúvida, os leitores sentirão a mesma coisa.
Penso que livros podem ser bastante interativos. Embora seja necessário uma história linear, nós podemos deixar um amplo universo a ser explorado - e até algumas questões sem respostas para incitar novos volumes etc. É preciso colocar o leitor numa posição de interatividade e até desfechos mentais diferentes. Contrariá-lo, agradá-lo e surpreendê-lo (de forma boa ou ruim) são sempre cartas interessantes a se jogar sobre a mesa. A questão é despertar sensações. Penso que seja dessa maneira que se vira uma próxima página.
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Uma pintura manual da Tristana do Vício of Legends:
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Tristana concluída:
![[Imagem: dgg5rzf.png]](http://i.imgur.com/dgg5rzf.png)
Material usado:
Papel Bristol.
Lápis de cor comuns e profissionais.
Pasteis secos e oleosos.
Nanquim descartável.
Guache branca.
Caneta gel branca.
Lapiseira 0,03 HB.
Fixador.
Essa pintura selou minha prática com os lápis de profissionais - que me deram muito trabalho até eu pegar o jeito com eles. Como resultado, essa pintura foi feita em muito menos tempos do que as que eu fazia com lápis comuns. Além disso, o papel Bristol - que tem a característica de ser super macio - facilita muito o uso dos pastéis, concedendo-me um amplo horizonte de possibilidades coloridas, rssss!
Agora, é explorar temas completos, pois, esse aí, pra mim, não passou de um esboço teste de quatro horas.
Abração!
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