Escrever um livro nunca foi fácil. Mas, é justamente a dificuldade que torna o negócio apaixonante.
Ler um livro é fácil, tudo o que você tem a fazer a ler as ideias dos outros. Agora, ter as próprias ideias não é moleza.
Eu escrevo já há alguns anos. E nunca perdi o gosto pela coisa. Tenho vários textos escritos de histórias diversas que fui criando ao longo do tempo. Muita coisa inacabada (para não dizer tudo, hahaha!), mas isso me ajudou a pegar o pique e a entender como funcionam o processo de fomento de ideias literárias.
Hoje em dia eu escreve com muita facilidade. Não tenho que ficar revisando e revisando tudo, a estrutura gramatical, tal como o posição correta das frases para atingir a compreensão ideal são coisas que acontecem quase que naturalmente. Óbvio que correções são precisas e eu leio e releio muita coisa, e sempre acabo engrandecendo o texto.
Atualmente eu estou desenvolvendo, no roteiro, alguns outros aspectos da história que estão fortalecendo o sentido da narração. Novos personagens surgem, os que já existem se aperfeiçoam e a coisa vai se tornando uma grande e divertida brincadeira.
O que eu penso sobre escrever é que esta é uma atividade intuitiva. Não adiantar levar como se fosse apenas técnica porque isto é seco demais para definir uma boa narração. E, tal como uma atividade primariamente intuitiva, vai se facilitando na medida em que crescer.
E ficando mais e mais divertido. <img src='http://forum.hangarnet.com.br/public/style_emoticons/<#EMO_DIR#>/smile.gif' class='bbc_emoticon' alt='

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Aqui no laboratório, desenvolvendo maneiras de aplicar a arte do roteiro e do livro final:
Este será um tipo de ilustração (das monocromáticas) em que eu focarei muito no traçado, valorizando um pouco mais os detalhes. Como contraste, farei algum tipo de fundo preenchimento com lápis, criando um todo mais agradável aos olhos.
Quando estiver concluída a nossa amiga aí, postarei o escaneado.